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Fui diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne, uma doença genética rara que enfraquece os músculos aos poucos. Hoje eu ainda corro e brinco. Minha família luta para que continue assim.
Campanha organizada pelos pais, Helton e Tatiane
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Quem é o Gabriel
Nasci em Cuiabá, no Mato Grosso, e há cerca de um ano moro no Espírito Santo com meus pais e meu irmão Felipe. Como qualquer criança da minha idade, eu deveria estar só brincando, aprendendo e crescendo.
Meus pais começaram a perceber que eu era um pouquinho mais fraco que as outras crianças. Correr, pular e subir escada ficavam mais difíceis. Depois de muitos exames e três especialistas, veio o diagnóstico: Distrofia Muscular de Duchenne.
"Foram apenas 30 minutos de brincadeira."
Hoje eu faço fisioterapia, uso uma órtese e sigo com vários médicos. E tenho uma família inteira, e muita gente, lutando por mim.
Em vídeo
Os pais do Gabriel contam como chegaram ao diagnóstico, o que é a Duchenne e por que decidiram pedir ajuda a amigos, parceiros e a quem quiser somar forças.
"Não é só a vida do Gabriel que importa. É a vida de todas as crianças que têm isso."
A doença
Uma explicação simples, para qualquer pessoa entender.
O que é
Uma doença genética rara que afeta principalmente meninos. O corpo não produz a distrofina, a proteína que funciona como uma "cola" que protege os músculos.
O que acontece
Os músculos perdem força com o tempo. Primeiro as pernas (correr, subir escada, levantar do chão), depois os braços e, mais tarde, a respiração e o coração.
Tem cura?
Ainda não. Há tratamentos que ajudam a desacelerar a doença. Quanto mais cedo, mais músculo se preserva, porque o músculo perdido não volta.
CK (creatinoquinase) é uma enzima que vaza do músculo quando ele se danifica.
Os primeiros sinais: panturrilhas grandes e duras, cansaço ao correr e pular, dificuldade para subir escadas, TGO e TGP alterados em exame de rotina.
Informação salva vidas
Converse com o pediatra e peça o exame de CK. O diagnóstico cedo muda o tratamento.
O tratamento
O Gabriel ainda anda, corre e brinca. Os tratamentos disponíveis preservam o músculo que ainda existe. Essa é a janela.
O medicamento se chama Elevidys (delandistrogene moxeparvovec), desenvolvido pela Sarepta Therapeutics, nos Estados Unidos. Ele é aplicado uma única vez, pela veia.
Como funciona: um vírus modificado e inofensivo (chamado AAV) funciona como um "entregador". Ele leva aos músculos uma versão encurtada do gene da distrofina, a micro-distrofina, para que o corpo volte a produzir parte dessa proteção.
Não é cura. O objetivo é frear a perda de força e preservar o músculo que ainda existe.
R$ 15 a 17 mi
Custo estimado de avaliação e tratamento nos Estados Unidos. É um dos medicamentos mais caros do mundo.
Nos EUA, a FDA (a "Anvisa" americana) indica hoje o Elevidys apenas para pacientes que ainda andam, com alerta de risco para o fígado e acompanhamento médico rigoroso. O Gabriel ainda anda, e é por isso que o tempo importa. Antes da aplicação, o paciente faz exames para saber se pode receber a terapia, como o teste de anticorpos contra o vírus usado no tratamento.
Em agosto de 2026 o registro do Elevidys foi cancelado no Brasil. Por isso o caminho seria nos Estados Unidos, e seguimos com a equipe médica avaliando todas as possibilidades. O valor arrecadado será usado no melhor tratamento indicado para o Gabriel.
Doe com segurança
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Vaquinha nº 6303917, organizada por Helton Derik Rodrigues. Emite comprovante.
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Rifas oficiais
Só valem as rifas listadas aqui. Se alguém oferecer uma rifa que não está nesta lista, desconfie.
Com o Salão Amati (@amati.jp), em Vitória/ES
Um dia de cuidados no salão para quem for sorteado. 100% do valor vai para a campanha.
🎟️ Participar da rifaPara vovós, vovôs e quem tem dificuldade
Funciona em qualquer banco: Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Nubank, Santander. Se preferir, peça ajuda a alguém de confiança da sua família.
Ninguém da família vai te ligar pedindo Pix. Se alguém ligar, desligue.
Transparência
R$ 28.572,91
Atualizado em 24/09/2026. Atualizamos toda semana.
Tratamento principal indicado pela equipe médica, terapias atuais, exames, custos médicos e de viagem.
Prestação de contas mensal publicada aqui, sem expor dados de doadores.
Nosso foco é o plano A: o melhor tratamento indicado pela equipe médica. Mas a família já tem um plano B e está em contato com uma instituição que talvez aceite o Gabriel como voluntário.
Ainda não há nada garantido. Qualquer novidade será publicada aqui.
Perguntas frequentes
Sim. O perfil @ajudeogabriel.oficial tem selo de verificado, os pais estão identificados com nome e perfil, a Vakinha é a nº 6303917 e a história saiu no ES Hoje e na Tribuna Online.
ajudeogabriel.campanha
Antes de confirmar, confira se o recebedor é Helton Derik Rodrigues, banco Nu Pagamentos. A chave 6303917@vakinha.com.br, da Vakinha, também é oficial.
Sim. Pela Vakinha você doa com cartão de crédito ou boleto.
Faz. A meta só é possível somando muita gente. Milhares de doações pequenas movem campanhas assim.
Pela Vakinha, sim. No Pix, o comprovante do seu banco vale como recibo.
A terapia gênica não é cura. Ela busca frear a doença e preservar a força que ele ainda tem.
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